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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sabedoria Popular Aplicada


Para quebrar a rudeza do texto
Duas amigas
Pois é; hoje, por causa de um episódio presenciado, ou melhor, vivido, percebi perfeitamente a mensagem que o dito popular “não tem merda no cú para cagar” quer transmitir, qual o ensinamento que está contido neste provérbio. Já o ouvi muitas vezes, minha mãe e minha avó, dentre outros mais velhos, diziam isto sempre ao se referir a alguém que pensava ser poderoso. O ditado é pesado, para alguns claro, peço até desculpas aos leitores, não quero que fiquem melindrados, mas não poderia deixar de usá-lo para a situação em que ele tem inteira aplicação.
Então um sujeito que “não tem onde cair morto” porquanto se morrer neste exato momento terá de ser enterrado como indigente, embora esteja praticamente com o "pé na cova” devido à proximidade da sua morada, se arvora a ser dono da verdade, dono do mundo?
A pessoa de quem falo é jovem, e talvez por isso mesmo e por ter sido muito mal educado e orientado, não sabe, ou melhor; não quer entender, que só se alcança a sabedoria com o passar dos tempos e com a humildade de sempre achar que nada sabe, aliás, não deve saber quem foi Sócrates que dizia “só sei que nada sei”.
Um sábio jamais dirá que sabe, quando muito ele dirá que tem conhecimento sobre isto ou sobre aquilo, exatamente pelo simples fato de que, uma nova descoberta, uma nova interpretação, um novo achado, enfim, uma novidade cientifica faz cair por terra todo o seu saber acumulado. Sem dúvida que todo aquele conhecimento anterior servirá de base para o futuro, até porque é através da contestação dele, da negação dele, que o novo vai se sobrepor. A certeza do sábio é a de saber apenas a mínima parte de um todo em movimento e, portanto, modificável.
Bom, mas deixa para lá está história de saber e voltemos a esta parte que parece ser a mais indigna do corpo humano, embora deva ser tratada com a maior dignidade possível, exatamente porque quando se tem “merda no cú para cagar”, como no meu caso, que tenho o meu dinheiro, que ganhei e ganho por conta do meu esforço, do meu trabalho, do meu estudo, da minha aprovação em um concurso público e que, por isso mesmo, posso fazer o que quero; como quero e quando quero sem dar satisfação a ninguém, porque lutei para conseguir tudo o que tenho e terei ainda, para inveja e despeito de muitos que, caso não mudem com o tempo, que faz efetivamente milagres, vão sempre estar no “cú do mundo”, ou em qualquer outro lugar a este semelhante.
Uma pessoa, seja ela qual for, jovem, velho, adulto, deve lembrar-se sempre que “quem tem cú tem medo”  . A vida tem revezes, aquele que hoje  pensa estar por cima, amanhã pode estar mesmo  na ralé; aquele que se julga o poderoso, amanhã pode estar “abaixo do cú do cachorro” , que “escada não é so feita para subir”, e de nada vai adiantar tanto orgulho, tanta empáfia, tanto desprezo pelo outro, quanto pior, quando se  “cospe no prato em que comeu”.
Não devemos dizer, nem fazer coisas, que podem ofender o outro de uma maneira tal que ele fique condicionado: parodiando alguém que já me disse um dia  “as cicatrizes deixam marcas indeléveis, os bálsamos nela colocados condicionam, para sempre, todo um  ser”, O engraçado é que quem me disse isto já passou por umas tantas, e se, como no dito popular “cobra tem cú, a pessoa já  esteve no cú da cobra”.
“Quem com ferro fere, com ferro será ferido” é um dito muito certo,  e o tempo é um grande aliado e a ele cabe mostrar, a qualquer um, que os reflexos dos atos que praticamos, das palavras que dizemos, um dia estará sob as nossas cabeças, e não poderemos questionar por que tudo aquilo está acontecendo, é só “dar tempo ao tempo”  e veremos todos os nossos atos errados, equivocados, passando pela nossa frente, sem que possamos fazer mais nada para  afastar os efeitos, que, em muitos casos, são morais e deixam mesmo muito marcas irrecuperáveis.
Transforma-se nisto
Ela surge assim
Mais voltemos. àquela parte indigna do nosso corpo, que está aqui em causa. Ela que é responsável por colocar o nosso organismo em dia; se ele se fecha, se esta obstruído se para de funcionar, ai de nós! Morreremos, sim morreremos todos entupidos; morte estúpida, entretanto, adequadas àqueles que realmente cospem onde comeram, daqueles que com o espírito jovem ou não, querem apodrecer antes mesmo de amadurecerem, àqueles que não sabem o sentido da “humildade”, da “solidariedade” “do respeito”,  enfim, da "dignidade”. Pessoas que vão passar pela vida, ou melhor; vão permitir com  palavras e ações, que a vida passe por cima delas, sem conseguir qualquer coisa boa, sem saber aproveitar as chances que a vida deu e continua dando, mas que, por ignorância, orgulho, ruindade mesmo, fraqueza moral e espiritual, a pessoa não vê.
Pois é, termino como comecei; tais pessoas, que “não tem merda no cú para cagar”, que sigam o seu caminho “orgulhosos”, “prepotentes”, “idiota”. O final, entretanto, será igual ao de todos, embora alguns, até neste momento, possam diferenciar-se dos demais, aqueles que por esforço próprio, que através do conhecimento, da humildade, conseguiram “ter bala na agulha” possam ser “cremados” e terão suas cinzas distribuídas pelos oceanos: Atlântico, Pacífico, Índico, Mar mediterrâneo e outros mares e rios. Suas cinzas farão parte do Universo abençoado por Deus, porque souberam aprender com a vida, e com o tempo que a administra, que não vale a pena ter o que o dito popular tenta, com a sabedoria que lhe é peculiar ensinar.
De qualquer maneira espera-se, realmente, que a vida seja generosa, se for possível, com a pessoa, mas isto só acontecerá se ela permitir que a ela não se aplique o dito: “não tem merda no cú para cagar” e que aprenda que“aquele que goza não pensa que há de sofrer”   e tente refletir, na situação atual, sobre o mais importante, isto é; se tiver capacidade para tanto, de perceber que “gato escaldado, de água fria tem medo” e que “todo burro come palha; a questão é saber lhe dar”.
Sim, antes que esqueça,  ESTÁ PERDOADO, mas não esquecido.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Aniversário

Hoje, dia 23 de dezembro, dia em que ele completaria 91anos de vida, se esta não lhe tivesse sido tirada há 28 anos atrás. Faleceu aos 63 anos, deixou seis filhos, uma mulher, amigos, netos e muitas estórias.
Passou pela vida sem deixar rastros outros, que não estes, seis filhos, dois netos, uma esposa.
Caso tivesse vivo hoje, aos 91 anos, o que estaria acontecendo? Como seria a vida dele e da sua esposa, hoje viva, e com 83 anos? Ela que na realidade não vive, vegeta sobre uma cadeira de rodas, passando os dias diante de uma televisão ligada, cujas imagens lhe chegam distorcidas, não só pela sua débil visão, como pelo próprio aparelho, dentro do um quarto em um apartamento, que nem sequer lhe dá a chance de ver a rua.
Estaria ele lúcido? Estaria ele andando? Como estaria falando? Será que se lembraria de todos? Dos seus filhos? Reconheceria os netos? Enfim, o que aconteceria se ele estivesse vivo? Como teriam sido estes 28 anos de ausência.
Bom, uma coisa de certeza de teria acontecido: Muitas brigas teriam ocorrido: uma de suas filhas e ele eram mestres nisso. De nada adiantaria os 50 e tantos anos dela, nem a posição que ocupava, nada; entre eles seriam, apenas, pai e filha, desconhecidos um do outro, mas com uma grande certeza, de que eram mesmo, geneticamente, pai e filha; em muitas coisas bem parecidos, na ranhetice, na irreverência, na grosseria, até na frieza em lhe dar com os mais queridos e as brigas, pois, aconteceriam por todos os motivos.
Era hiper orgulhoso, não gostava de pedir nada a ninguém, e nem de depender de ninguém, embora toda a sua vida tenha sido uma dependência só; dependeu de sua esposa durante todo o tempo de sua vida, seja na saúde, seja nos últimos dias da sua vida, quando a vida se afastando tentou lhe mostrar o quanto aquele orgulho todo de nada adiantou. Sua esposa lhe segurou e lhe ajudou em todos os momentos da sua vida; seja nos das decisões erradas, nos das cachaças mal tomadas, nos das fraquezas. O homem bonito que ela conhecera na juventude lhe deu 7 filhos, seis deles chegaram à idade adulta; se lhe deu muito prazer, afinal de contas, ainda que só tenham tido 7 filhos, tiveram muito prazer, pois os seus filhos acostumaram-se aos sons do “amor” nas casas de parede meia em que viviam e quase conviviam com o amor físico de seus pais. Sim, porque eles conviveram com o amor físico, porque com amor espiritual pouco aprenderam com eles, mas, também, por outro lado, lhes fez sofrerem bastante.
Ele era “ibérico”, e se os de lá tinham fama de bons “amantes”´, o mesmo não acontecia com o amor sentimento: pelo menos, no caso deste, foi o que conseguiu demonstrar para os seus filhos.  Não guarda lembrança de ter recebido um afago, um carinho, um gesto sequer que demonstrasse amor de pai, também não o percebeu, em nenhum momento,  em relação aos seus irmãos.  A mãe, por seu lado, tinha a vida muito dura, tinha muitas coisas a fazer, muitas bocas a ajudar, ou então, em alguns momentos, alimentar. Ficou dura também; a convivência, talvez, tenha ajudado bastante neste particular, assimilou a pior faceta do “ibérico” que encontrou.
Enfim, ficaram, ela e os seus irmãos, pessoas pouco, ou quase nada, amorosas. Têm muita dificuldade de demonstrar amor, e nem mesmo a velhice batendo insistentemente à porta, fez com que mudanças acontecessem. São distantes: se choram, choram sozinhos e calados; se clamam, o fazem em surdina.  Vibram com as vitórias uns dos outros, tentam se ajudar quando podem, mas carinho, amor, afeto, isto eles não conseguem dar, porque não receberam, não sabem o que é isto é não se pode dar o que nunca se recebeu.
São lutadores, isto são: o que não teve estrutura para lutar sucumbiu diante de todos. Teve coragem sim para o gesto final, deixando no coração de todos uma grande marca negra, que nunca será apagada. Também este herdou um orgulho inútil, que se não foi demonstrado nos atos praticados, que não dariam motivos a qualquer tipo de orgulho, ficou evidenciado nas omissões, no calar, nas necessidades passadas sem divulgação, e em muitos momentos de sofrimento e solidão, até mesmo fome, não compartilhados, que culminaram com a decisão final.
Os sobreviventes são realmente lutadores, herdaram isto do lado materno. Emocionam-se sim, mas, a emoção é mesmo contida, muitas vezes percebida apenas porque uma lágrima de canto de olho, que driblando um controle sobre humano, insiste em escorrer, ou pelos olhos marejados, mas nada de demonstração física.
Pensa muito mesmo, quer entender isto, por que um casal que se amou, porque, à maneira deles, eles se amaram até o final: passaram juntos por tudo, fome, amantes (ele), grosserias, cachaça (ele), mas estiveram juntos sempre passou esta frieza, esta vergonha de amar para os filhos?  Ela ativa, trabalhando muito, pedindo pelos seus, sacrificando a sua vida e a dos seus próprios filhos, pois, para que ao menos dois deles tivessem uma boa formação, os colocou em colégios internos, onde também pouco, ou nenhum, amor tiveram; foram explorados, até alvo de “amores”, desejos carnais inaceitáveis à época; mas carinho não, e eles endureceram aumentando uma característica atávica. Ele dependente da fortaleza daquela mulher que conseguiu passar por cima de tudo para manter juntos o que a vida se encarregaria de “desjuntar”.
Pois é; os rebentos destas árvores mal plantadas, mal planejadas, mal cuidadas, aí estão: “frios”, incapazes de dizerem do seu amor uns aos outros, envergonhados de sentirem vontade de abraçar uns aos outros sem que exista um motivo forte: uma viagem de ida ou de regresso de algum deles, um natal, um final de ano, um aniversário, nada mais que isto. Todos têm os seus compromissos, todos não podem, todos são muito ocupados com a vida. Alguns dos frutos destes rebentos estão no mesmo caminho, sem que ninguém tome a atitude de mudar tudo isto, bastando, para tanto, apenas demonstrar um pouco mais de amor com gestos de afeto, de carinho, mostrando, fisicamente, o que com um “orgulho ibérico” trazem no coração, mas que querem esconder, a todo custo, para não parecerem fracos.
É aniversariante, onde você estiver,  que você tenha encontrado, ou encontre, alguém que lhe tenha dado, ou dê, um abraço forte: um abraço onde você possa ter tido, ou tenha, a sensação do que deixou de receber das pessoas que podiam tê-lo feito aqui. Se reencarnado estiver, se isto acontece mesmo, procure dar mais afeto a quem estiver próximo de si, para que não erre novamente, e deixe aqui pessoas incapazes de demonstrar amor, como o que tiveram por você e que você não se permitiu receber
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Dez mil visitações

No ano passado, no mês de abril especificamente e com a ajuda da Vera, eu criei o blog. Sempre quis escrever, contar coisas, agradáveis ou não, mas falar da vida, das  minhas experiências, das minhas dores, mágoas, se possível com muita ironia, fazendo com que  tantas coisas tristes pudessem se tornar motivo de risos para alguns e para mim mesmo. A par disto, também queria falar de história e de direito. Neófita, não procurei um nome chamativo para o  blog, um nome que chamasse atenção, e coloquei o meu próprio nome, sem saber que o Esmeralda Martinez era mais vulgar do que o que eu pensava, pois só nos Estados Unidos, acho eu, existem para mais de 300 Esmeraldas Martinez, uma lástima, muitas xarás; tenho uma xará que é travesti e que também tem um blog, pensem aí? É evidente que todas as Esmeraldas Martinez têm origem espanhola: são mexicanos, argentinas,  chilenas, venezuelanas, e espanholas mesmo. Fui muito pretensiosa pensando que só existia uma Esmeralda Martinez
Bom, mas não estou aqui para falar do nome do blog, e sim do próprio blog e da sua existência até o presente momento.
Pois não é que hoje, dia 28 de setembro, após um ano e cinco meses da existência ele alcançou a marca de dez mil visitações! Claro que estou surpresa e ao mesmo tempo entusiasmada. Nunca achei que o blog seria, sequer, visitado, quanto mais dez mil vezes.
Não pensem que eu visito o blog para que a estatistica  aumente, pois  eu  não teria tempo de ficar acessando-o a todo instante somente para fazer número, é visitação mesmo e de terceiro.
Durante todo este tempo eu publiquei 124 posts e um deles, imaginem voces, foi acessado  1600 vezes, não sei se o texto foi lido, mas  ao menos foi aberto.  É o “Eisbein mit sauerkraft”. Eu, pessoalmente, acho a estória muito interessante, (qualquer semelhança  com fatos reais é uma mera coincidência), entretanto, penso que existem textos melhores que ele, mas vai-se fazer o que? Acredito que toda esta visitação seja, efetivamente, pelo título do texto. Penso que  os motores de busca  me favorecem quando nome do prato alemão é colocado para pesquisa, só pode ser isto.
O segundo texto mais visitado é o “Triste Constatação”, um texto mais sério, tratando de problemas atuais,  tais como o racismo, discriminação, África. O número de vistitações não chega sequer à 50% do primeiro colocado, mas mesmo assim fico muito feliz, porque  se ao menos um visitante leu o texto inteiro eu ja me dou por satisfeita, porque  consegui levar a alguém uma critica, um alerta do que ainda acontece no mundo em relação  aos negros e aos emigrantes em geral, negros ou não.  Depois deste segue-se, com uma diferença gritante, Arembepe I e II e  outros mais, não me lembro da estatistica toda. Há textos bons e textos menos bons, mas um escritor, se é que assim posso me considerar, é assim mesmo, o seu estado de espirito influe no que escreve e as vezes compromete o texto. Fiz textos cientifícos:  tais como: “O Lobolo” “Madeirada”, “ Leis para o Ultramar”, “O Arquivo Histórico de Moçambique”, dentre outros. Contei a minha vida em alguns episódios, falei de amigos, de viagens, ajudei, tenho certeza,  que alguns  coinhecessem melhor Portugal, este país maravilhoso que terminei por conhecer bem e que me dá uma satisfação enorme de dele poder falar com a intimidade que o faço. Falar do Tejo, do Alentejo, do Norte de Portugal é mesmo sensacional e espero ter feito com que alguém  tenha seguido algumas das sugestões que dei em cada texto que escrevi sobre este país, aliás  onde tenho muitos visitantes, na estatistica do blog Portugal esta em segundo lugar em numero de acessos, claro que o primeiro é o Brasil
As visitações partem de muitos lugares do mundo, fico encabulada, pois ja tive leitor até na Croácia, passando pelo Japão México, Estados Unidos, Canadá,  Chile, Angola, Moçambique, Italia, Espanha, Portugal, Grécia, dentre outros e, naturalmente, o Brasil, que concentra o meu maior público, como não poderia deixar de ser. Evidente que não tenho a pretensão de que todas as visitações signifiquem uma leitura do texto, mas sinto-me importante, nunca pensei que iria alcançar esta marca, que tem mesmo de ser comemorada.
Quando completei  a centésima postagem, também fiz texto comemorativo,: “Os dois zeros positivos da direita”. Agora, que são quatro zeros positivos  à direita, tenho mesmo motivo para estar feliz e agradecida a tantos quantos visitaram o blog, seja apenas por ter nele caído por mero acaso, seja por  curiosidade de saber quem é mais esta Esmeralda Martinez, seja por ser mesmo um seguidor e gostar dos textos. Agora, com este marco de 10.000 posso me arriscar a publicar um livro com as melhores postagens, certamente as mais divertidas, porque o que quero com elas é mostrar a vida, fazer com que as pessoas possam rir de algumas situações, que apesar de tristes, são contadas de uma maneira tal, que  fazem as pessoas  sorrirem, que é o que mais desejo, pois sei o que o riso  pode fazer para o nosso espirito, principalmente nos dias em que achamos que a vida esta contra nós, que o universo esta conspirando contrariamente ao que queremos. Fazer gozação das nossas próprias mazelas, da nossa própria vida, é uma maneira inteligente de bem viver.
Obrigada a todos e sorriam sempre, o riso não só exercita os músculos da face, como faz bem á alma. Há dois textos que acho que todas as pessoas deveriam ler para dar boas risadas: “Propaganda Enganosa” e “Aprenda como não pagar dívidas”, ambos hilários. Quando puderem, e se já não o fizeram, leiam.
Um grande abraço a todos e, mais uma vez: OBRIGADA.